O conhecimento ao longo da história passou por diversas etapas e conseqüentemente por vários suportes.
Os tabletes de argila, o papiro, o pergaminho, os trapos e todos os instrumentos de escrita contribuíram para que no ano 105 da nossa Era, Ts’ ai Lun fabricasse o papel de celulose.
Da mesma maneira, em 932d.C. tem-se na China o impresso xilográfico, e, em 1455, a imprensa com caracteres móveis de Gutenberg. Com o passar do tempo, surge a civilização eletrônica e a imprensa passa a produzir informações mais rapidamente, de forma mais barata e para o consumidor, dessa vez criada para as massas. Nos últimos anos, assistimos ao aparecimento de livros em formato digital, muitas vezes disponível em bases de dados on-line.
Toda essa transição nos suportes da informação possibilita uma reflexão sobre o futuro informacional da sociedade.
Focando a digitalização como instrumento de armazenamento e difusão da informação, essa reflexão se tornará mais prática e concreta.
Definida como uma reprodução através de varredura eletrônica em disco ou suporte de alta densidade permitindo a visualização do documento em terminal ou sua impressão em papel (MARTINS; REINEY; PIRES, 2007), a digitalização lança asas a difusão do conhecimento.